AVENTURA DE APRENDER

Site da Alefe

REFLEXÃO

O último folheto

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pastor e seu filho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:

- Ok, papai, estou pronto. ‘
E seu pai perguntou:
- Pronto para quê?’
Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. ‘
Seu pai respondeu:
- Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. ‘
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
- Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?’
Seu pai respondeu:
Filho, eu não vou sair nesse frio. ‘
Triste, o menino perguntou:
 -’Pai, eu posso ir? Por favor!’
 Seu pai hesitou por um momento e depois disse:
 -’Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. ‘
 -’Obrigado, pai!’

 Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos evangelísticos a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado,  mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta.
Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
 -’O que eu posso fazer por você, meu filho?’
 Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
 -’Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. ‘
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora. Ela o chamou e disse:
 -’Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!’

Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Papai Pastor estava no púlpito. Quando o culto começou ele perguntou:
 - ‘Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?’
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
 Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.

 - ‘Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de
saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
 -’Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. ‘
Eu esperei e esperei, mas a campainha parecia tocar cada vez mais alta e era mais insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
 -’Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa
 ou vem me visitar. ‘
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:
-’Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. ‘
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem – eu agora sou uma FILHA FELIZ DO REI!!!
Já que o endereço da sua igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno. ‘

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
E quando gritos de louvor e honra ao REI ecoaram por todo o edifício,o Papai Pastor desceu do púlpito e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu filho nos braços e chorou copiosamente.

Lembre- se: A mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém  

O que é virtual?

- Entro apressada e com muita fome na confeitaria. Escolho uma mesa bem afastada do movimento, pois quero aproveitar a folga para comer e passar um e-mail urgente para meu editor.

Peço uma porção de fritas, um sanduíche de rosbife e um suco de laranja.

Abro o lap-top. Levo um susto com aquela voz baixinha atrás de mim.

- Tia, dá um trocado?

- Não tenho, menino.

- Só uma moedinha para comprar um pão.

- Está bem, compro um para você.

- Minha caixa de entrada está lotada de e-mails. Fico distraída vendo as poesias, as formatações lindas. Ah! Essa música me leva a Londres.

- Tia, pede para colocar margarina e queijo também.

Percebo que o menino tinha ficado ali.

- Ok. Vou pedir, mas depois me deixa trabalhar, estou ocupadíssima.

 Chega minha refeição e junto com ela meu constrangimento.

Faço o pedido do guri, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir “a luta “.

Meus resquícios de consciência, me impedem de dizer.

Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pedido do menino.

- Tia, você tem Internet?

- Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.

- O que é Internet?

- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar. Tem de tudo no mundo virtual.

- E o que é virtual?

Resolvo dar uma explicação simplificada, na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha deliciosa refeição, sem culpas.

- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que ele fosse.

- Legal isso. Adoro!

- Menino, você entendeu que é virtual?

- Sim, também vivo neste mundo virtual.

- Nossa! Você tem computador?

- Não, mas meu mundo também é desse jeito….Virtual.

- Minha mãe trabalha, fica o dia todo fora, só chega muito tarde, quase não a vejo, eu fico cuidando do meu irmão pequeno que chora de fome e eu dou água para ele imaginar que é sopa, minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo, meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos, ceia de natal e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isso é virtual não é tia???

- Fechei meu lap top, não antes que lágrimas caíssem sobre o teclado. Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e não percebemos!!!

OBS: que esta pergunta sirva para uma profunda reflexão em nossas vidas.

FAÇA A SUA PARTE. NÃO VIVA UM MUNDO VIRTUAL MAS SIM NUM MUNDO NATURAL EM QUE VOCÊ SÓ É O PARTICIPANTE QUE FAZ A DIFERENÇA.

A visão

Então um cara chega pra mim e diz: “Qual é a visão? Qual é a grande idéia?” Eu abro minha boca e as palavras saem assim…

A visão? A visão é Jesus – de forma obsessiva, perigosa, inegável Jesus.

A visão é um exército de jovens.

Você vê ossos? Eu vejo um exército. E eles estão LIVRES do materialismo.

Eles riem em minúsculas prisões
Eles poderiam comer caviar na segunda e restos de comida na terça.
Eles nem notariam.

Eles sabem o que é o significado da Matrix, a forma como o oeste ganhou.
Eles se movem como o vento, pertencem às nações.
Eles não precisam de passaporte… Pessoas escrevem seus endereços a lápis e refletem sobre sua estranha existência.
Eles são livres mas são escravos da dor, da sujeira e da morte.

O que é a visão?
A visão é tamanha santidade que arda os olhos. Que faça as crianças rirem e os adultos se irarem. Que desistiu do jogo da integridade mínima há muito tempo a fim de alcançar as estrelas. Que despreza o bom e se esforça até o limite para o melhor. Que seja perigosamente pura.

A luz brilha trêmula vinda de cada motivação secreta, de cada conversa particular.
Ela ama as pessoas longe dos seus colos suicidas, dos seus jogos satânicos.
Este é um exército que irá sacrificar a vida pela causa.
Milhares de vezes todos os dias os seus soldados escolhem perder-la.

Que eles possam um dia receber o grande “Parabéns!” que é dado a filhos e filhas fiéis.

Tais heróis são tão radicais na segunda de manhã quanto no domingo à noite. Eles não precisam de fama vinda de nomes. Ao invés, eles sorriem em silêncio com olhar pra frente ouvindo as multidões cantarem mais e mais: “Venha!!!”.

E esse é som que vem subindo
O segredo da história na criação
Fundações balançando
Revolucionários sonhando novamente
O mistério está planejando em segredo
A conspiração respira…
Este é o som que vem subindo.

E o exército é disciplina (do).

Jovens que vencem seus corpos em submissão.

Cada soldado levaria uma bala por seu companheiro de guerra. A tatuagem implícita por detrás de seu orgulho: “para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.”.

O sacrifício alimenta o fogo da vitória em seus olhos erguidos.

Vencedores. Mártires. Quem pode detê-los?
Podem seus hormônios puxá-los para trás?
Pode a derrota prevalecer? Pode o medo assustá-los ou a morte matá-los?

E a geração ORA como um homem que morre com gemidos que vão além das palavras, com gritos de guerra, lágrimas sulfúricas e com porções gigantescas de risadas! Esperando. Vigiando

O que for necessário eles darão: quebrando as regras.
Chacoalhando a mediocridade de seu pequeno e confortável esconderijo. Desistindo de seus direitos e de seus pequenos e preciosos errinhos, rindo de rótulos, se abstendo do essencial.

A mídia não pode moldá-los. Hollywood não pode detê-los. A pressão de seus amigos é inútil em fazê-los repensar sua decisão em festas tarde da noite antes de os corajosos caírem em choro.

Eles são incrivelmente divertidos, perigosamente atrativos por dentro.

Por fora? Pouco se importam. Colocam suas melhores roupas para se comunicar e para celebrar, mas nunca para se esconder.
Eles renderiam sua imagem ou sua popularidade?
Eles dariam suas próprias vidas – trocariam de lugar com um homem no corredor da morte – tão culpado como o inferno. Um trono por uma cadeira elétrica.

Com sangue, suor e muitas lágrimas, com noites sem dormir e dias sem frutos, eles oram como se tudo dependesse de Deus e vivem como se tudo dependesse deles.

Seus DNAs escolheram JESUS. (Ele expira, eles inspiram)
Os seus subconscientes cantam. Eles fizeram uma transfusão de sangue com Jesus.
Suas palavras fazem demônios gritar em shoppings centers.

Você consegue ouvir eles chegando??
Proclamem-se os destinos! Convoquem os perdedores e os loucos. Aqui vêm os apavorados e esquecidos com fogo em seus olhos. Eles marcham e as árvores aplaudem, arranha-céus se curvam, montanhas são definhadas por essas crianças de outra dimensão. Suas orações convocam os guerreiros dos céus e invocam os sonhos antigos do Éden.

E esta visão será. Ela virá para passar; ela virá facilmente; ela virá breve.

Como eu sei disso? Porque este é o desejo da própria criação, é o gemido do Espírito, o próprio sonho de Deus. O meu amanhã é o seu hoje. Minha distante esperança é a sua 3º dimensão. E a minha débil, sussurrada e sem fé oração invoca um ressonante, trovejante, que balança até os ossos “AMÉM!” de incontáveis anjos e do herói da nossa fé, o próprio Cristo. E ele foi o sonhador original, o grande e último vencedor.

O filme da vida

Você já pensou na ETERNIDADE? A vida perpassa perante nós rápida como um filme, sem que possamos reter, nem por um instante, a fuga dos dias. E é precisamente neste curto espaço de tempo – que separa o berço do túmulo – que se joga o nosso destino eterno – o céu com Deus ou o inferno real? Você tem pensado na ETERNIDADE?

DEMASIADO JOVEM PARA PENSAR NELA

É a idade das brincadeiras inocentes. Nenhuma mágoa para perturbar a alma da criança. É a primavera da vida que se abre em um mundo onde tudo é ainda maravilhoso e novo.

DEMASIADO DESCUIDADO PARA PENSAR NELA

Feliz da vida, estudante, rodeado de colegas, apoiado pelos pais, nenhuma preocupação maior. Terminada a aula, tudo à mão, agora é praticar espores, malhar, ligar-se à internet, às distrações. Pensar agora em ETERNIDADE? Por quê?

DEMASIADO CONFIANTE EM SI MESMO PARA PENSAR NELA

Confiando em suas forças, habilidade, coragem e inteligência, sonhando apenas com conquistas e títulos, preferindo ignorar as dificuldades que possam surgir em seu caminho, como pode o jovem pensar na ETERNIDADE?

DEMASIADO FELZ PARA PENSAR NELA

Para o apaixonado casal que acaba de contrair o matrimonio, só a felicidade do momento interessa. Terá bastante tempo, mais tarde, quem sabe? Para pensar na ETRNIDADE.

DEMASIADO ATAREFADO PARA PENSAR NELA

Os negócios tomam-lhe todo tempo, não lhe permitem um momento livre nem mesmo para a família, o descanso ou para pensar em Deus. É tempo de atuar, de prosperar na vida, e não de meditar numa ETERNIDADE vista como problemática.

DEMASIADO PREOCUPADO PARA PENSAR NELA

Mas nem tudo segue-se como se esperava. Preocupações sérias surgem e vêm perturbar o espírito do homem e da mulher.

Como sair das dificuldades presentes?

Isso é o que lhe interessa, em primeiro lugar. Quanto à preocupar-se com a ETERNIDADE…?

DEMASIADO VELHO PARA PENSAR NELA

Com o corpo gasto pelo trabalho ou pelas enfermidades, com o espírito fatigado das lutas da vida, o (a) idoso (a) vive no passado. Passa em revista os luminosos anos de sua juventude, cujas recordações nada perderam da sua frescura.

E, todavia, a ETERNIDADE, inexoravelmente, bate à porta…

DEMASIADO TARDE PARA PENSAR NELA

Tombou sobre a sepultura a pedra sepulcral. A alma entrou na ETERNIDADE! Mas, em que estado? Agora só Deus o sabe. Agora, contudo, é tarde demais para se pensar em ETERNIDADE!!!

Ser inteligente

Um professor de filosofia entra na sala de aula, põe a cadeira em cima da mesa e escreve no quadro.

- Provem-me, por escrito, que esta cadeira não existe.

Apressadamente, os alunos começam a escrever longas dissertações sobre o assunto.

No entanto, um dos alunos escreve apenas duas palavras numa folha de papel e entrega-a ao professor…

Este, quando a recebe, não conteve um largo sorriso depois de ler: “Que cadeira ?”

Há algo novo?

Um conferencista ateu tentava provar que a Bíblia é indigna de confiança. Ele a abriu em Eclesiastes 1:9, que diz:

“Não há nada de novo debaixo do sol”

Zombeteiramente, argumentou: “Esta é uma clara mentira. Há tantas coisas novas debaixo do sol-raios-X, radio, telégrafo, estradas de ferro! Tantas invenções a respeito das quais a humanidade não tinha idéia séculos atrás”.

Um cristão respondeu sem se perturbar: “A Bíblia está certa em cada vírgula. Nada há de novo debaixo do sol”. Agora o materialista ficou nervoso: “Como pode ser tão teimoso e apresentar uma resposta tão estúpida”? E novamente passou a enumerar novidades como o raio-X, o rádio, as estradas de ferro, e assim por diante.

A resposta do cristão foi: “Desde o princípio, os crentes têm dito aos descrentes”:

‘Você não pode enganar a Deus com uma religião exterior. Deus olha para o coração’. Os descrentes estavam certos de que Deus não pode ver o coração porque esse está coberto de carne, ossos e pele. Fica bem oculto. Assim, Deus pediu a Roentgen para construir a máquina de raio-X, com a ajuda da qual até nós, os homens, podemos ver as partes interiores. Mas elas não são algo novo. São ilustrações modernas de uma verdade conhecida há séculos”.

O descrente não esperava por essa. Ele perguntou: “E o que me diz a respeito do rádio?” “Velho”, foi a resposta imediata. “Tão velho quanto a própria humanidade. Desde o princípio os fiéis têm dito àqueles que vivem no pecado: ‘Tenham cuidado com o que falam! Deus ouve cada palavra’. Mas os infiéis somente respondem com desprezo-‘os céus estão tão distantes. Eu não posso ouvir uma conversa que se desenvolve num cômodo vizinho. Como pode Deus em seu distante céu ouvir minhas palavras, especialmente as más, proferidas num sussurro?’ Assim, Deus deu ordens a Marconi para que construísse um rádio que torna possível às pessoas em Londres ouvirem um locutor tossir em Moscou. Tudo isso ajuda a despertar nossas almas à verdade eterna. Você não vê aquele que fala no rádio. Ele está muito distante. Assim, Deus no céu pode ouvir todas as suas palavras”.

O infiel estava no limite de sua paciência. “Você também poderia me mostrar que as estradas de ferro não são novas?” “Certamente! Sempre temos advertido: ‘Arrependei-vos hoje! Amanhã pode ser tarde demais! ’. As pessoas retardam o seu arrependimento. Assim, Deus fez com que Stevenson criasse a estrada de ferro. A fim de evitar colisões, todo trem tem de sair no tempo certo. Se você chega um minuto atrasado, o trem terá desaparecido perante os seus olhos — um bom exemplo da velha verdade de que o tempo para o arrependimento é sempre agora. Você pode ter um ataque do coração no próximo minuto”.

Assim, o conferencista ateu admitiu que com a Bíblia não se brinca.

A Bíblia é verdadeira; cada letra é verdade. É verdade mesmo em suas “contradições”

João 3 – 16

Na cidade de Chicago, durante uma noite escura e gelada, desencadeou-se uma tempestade de neve. Numa esquina, um menino vendia jornais e pessoas passavam cheias de frio. O menino tinha tanto frio que não conseguia vender os jornais.

Chegou-se a um agente da autoridade e disse : “Por favor, o senhor sabe dizer-me onde posso encontrar um sitio quente para dormir esta noite? Como vê, durmo debaixo desta caixa de cartão no fim da avenida e esta noite está demasiado frio”. O polícia olhou para ele e disse: “Desce esta rua até chegares a uma casa branca e bate à porta. Quando te abrirem dizes: «João 3:16» e deixar-te-ão entrar.”

O menino foi até à casa branca e bateu à porta, e uma senhora abriu-lha. De seguida, pronunciou as palavras : “João 3:16” e a senhora respondeu: “Entra, meu filho”. Levou-o e instalou-o num sofá frente a uma chaminé. E o menino pensou. “João 3:16… não compreendo muito bem, mas sei que transforma um menino gelado num menino quentinho”.

Mais tarde, a senhora voltou e perguntou se tinha fome e o menino respondeu que já não comia nada desde há dois dias. A senhora levou-o à cozinha e instalou-o frente a uma mesa onde se encontrava comida em abundância. Comeu mais do que nunca e pensou: “João 3:16… continuo a não compreender muito bem, mas sei que transforma um menino esfomeado num menino saciado”.

De seguida, a senhora levou-o para a casa de banho e encheu a banheira de água quente, onde o menino ficou confortavelmente. Enquanto tomava banho pensou de novo : “João 3:16… continuo a não compreender muito bem, mas sei que transforma um menino sujo num menino limpo”. Depois disse: “Sabe, é a primeira vez que tomo um verdadeiro banho. O único que até então tinha tomado, tinha sido numa boca de incêndio aberta enquanto os serviços de limpeza limpavam a rua”.

A senhora levou-o para um quarto e deitou-o numa grande cama e deu-lhe um beijo desejando-lhe boa noite antes de desligar a luz. Então no escuro o menino pensou: “João 3:16… continuo a não compreender mas sei que transforma um menino cansado num menino repousado”.

Na manhã seguinte, a senhora voltou e levou novamente o menino perante a mesa cheia de comida. Após terem comido, ela levou-o novamente para o sofá frente à chaminé e pegou numa Bíblia antiga. Olhando para o rosto dele perguntou amorosamente: “Sabes o que significa João 3:16?”

Ele respondeu. “Não, não sei minha senhora… a primeira vez que ouvi falar foi através do polícia ontem à noite”. Ela abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a falar-lhe de Jesus. Naquele lugar, frente a uma velha chaminé o menino creu no Senhor Jesus Cristo. E pensou: «João 3 :16… continuo a não perceber muito bem, mas transforma um menino perdido num menino salvo”.

João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito para que todo aquele que n’Ele crê não pereça mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê n’Ele não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus”.   

O que as escolas não ensinam

Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou numa conferência em uma escola secundária sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola.

Ele fala sobre como a “política educacional de vida fácil para as crianças” tem criado uma geração sem conceito da realidade, e como esta política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.

Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais, ele falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora…

REGRA 1: A vida não é fácil – acostume-se com isso.

REGRA 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

REGRA 3: Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes de você ter conseguido comprar o seu próprio carro e telefone.

REGRA 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.

REGRA 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

REGRA 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

REGRA 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim  por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

REGRA 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem tantas chances quantas precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido, RUA!!!!! Faça certo da primeira vez.

REGRA 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

REGRA 10: Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

REGRA 11: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

O ferreiro

Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma a Deus.
Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde,um amigo que o visitara , e que se compadecia de sua situação difícil , comentou:
É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus,sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado”.

O ferreiro não respondeu imediatamente.  Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.  Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta,começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava.

Eis o que disse o ferreiro: Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas.
Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal,até que fique vermelha.
Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente. O ferreiro deu uma longa pausa e continuou:  Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.  Mais uma pausa e o ferreiro concluiu: Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.Tenho aceito as marteladas que a vida me dá,e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho das almas.

Como você lida com a adversidade?

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.

Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.

Seu pai, um “chef”, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver.

Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.

A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.

Virando-se para ela, perguntou “Querida, o que você está vendo?”

“Cenouras, ovos e café,” ela respondeu.

Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.

Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.

Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.

Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.

Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

Ela perguntou humildemente: “O que isto significa, pai?”

Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.

A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.

Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rigido.

O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.

“Qual deles é você?” ele perguntou a sua filha. “Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café?”

E você?

Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?

Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável? Você teria um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito inflexíveis?

Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café. Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.

A porta do coração

Portas. Existem muitas portas. Grandes, pequenas, largas, estreitas, simples, novas, velhas, sofisticadas, eletrônicas, abertas por computador. Há portas que se abrem com uma simples chave, comum. Há portas que só se abrem, mediante a digitação de um número, um código de acesso. Uma senha, ou “pass-word”, na linguagem técnica dos computadores. Há, ainda, as mais sofisticadas, que se abrem mediante a colocação da impressão digital num sensor, ou, mais complexas ainda, que se abrem, ao se colocar o olho diante de uma câmera, que identifica a íris do olho. Isso não é ficção. Já é realidade.

Uma porta é sempre uma porta. Ela sugere a entrada que dá acesso a algum lugar. E permite a saída, também. Porta também significa, tipologicamente, solução para alguma coisa. Quantas vezes, ouvimos alguém, orando a Deus, ou pedindo orações para que Ele abra uma porta. É o anseio do coração para ter a solução de um problema.

Mas existe uma porta, que é muito complexa. Diante dela, o Senhor Jesus diz, no Apocalipse: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20). Essa porta é a mais complicada de todas as portas que há no mundo. Na maioria das pessoas, na Terra, ela não se abre com facilidade para Deus. Ela quase sempre está fechada para Jesus. No texto citado, Jesus se dirigia à igreja de Laodicéia, a igreja morna, que tinha a fachada de rica, próspera, mas, para Deus, não passava de “miserável, pobre, cega e nua”. Mas a porta dela estava fechada para Jesus. O Senhor, o bondoso nazareno, o Salvador, o Cristo que morreu na Cruz do Calvário, estava do lado de fora, batendo, batendo. Sem ser atendido.

Certa estória, em forma de crônica, conta que um famoso pintor, convidou as autoridades, e o povo em geral, para assistir à exposição de seu mais famoso quadro. A peça artística estava coberta com um pano de veludo. As pessoas aguardavam, ansiosas, o descerramento da cobertura, para poderem apreciar a tão falada obra de arte.

O pintor, saudado com palmas, puxou o pano, e apareceu o belo quadro, que representava Jesus, diante de uma porta, batendo, desejando falar com alguém que estava na casa. O quadro era espetacular. A imagem de Jesus parecia estar viva. Todos aplaudiram vivamente a obra do artista. Mas, de repente, um observador, curioso, levantou a voz, e disse que estava faltando algo, no quadro. Precisamente, na porta da casa, que compunha a pintura.

O pintor indagou o que seria, e o espectador disse que faltava uma fechadura, na porta. Como se poderia abrir, se a porta não tinha a fechadura? Então, o pintor, com calma, explicou para todos. “Acontece que, no meu quadro, essa porta representa o coração do homem. Só tem a chave, e só pode ser aberto, por dentro”.

Deus tem o poder de abrir qualquer porta. Diz a Bíblia que, à igreja de Filadélfia, o Senhor Jesus disse: “sou …. o que abre, e ninguém fecha, e fecha, e ninguém abre” (Ap 3.7). No entretanto, em relação à porta do coração, Jesus é muito gentil. Ele bate. E espera. Poderia fazer uso de sua onipotência, e arrombar qualquer porta do mais duro e empedernido coração humano. Mas, não. Ele não o faz. Ele bate, e espera. Bate, e espera. Muitas vezes. Esperando ouvir, de dentro, a voz do interior da alma do homem, disposto a abrir-lhe a porta.

Diante do bater de Jesus, ante a porta do coração. Há dois tipos de pessoas. As que abrem. E as que não abrem. As que ouvem a voz do Mestre, Salvador, E as que, sabendo que é Ele, o deixam bater, e bater, sem ao menos dar-lhe um pouco de atenção. Mas, aos que abrem a porta do coração para Jesus, ele diz: “se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Ap 3.20b). Que maravilha! Receber Jesus, e tê-lo como convidado de honra, ceando em sua casa. É o salvo! O que aceita a Cristo, e vai morar com Ele no céu. Quem não abre a porta, permitindo Jesus entrar, é perdido, ingrato para com Deus. Prefere cear com o pecado, com o diabo, com o mundo, com a carne. E irá para a perdição eterna. E você, abriu o seu coração para Jesus?

Ecos da vida

Um filho e um pai caminham por uma montanha de repente, o menino cai , se machuca e grita:

- Aii!!!

Para sua surpresa, escuta sua voz se repetir em algum lugar da montanha.

Curioso o menino pergunta:

- Quem é você?

E recebe uma resposta:

- Quem é você?

Contrariado grita:

- Seu covarde!

E escuta como resposta:

- Seu covarde!

O menino olha para o pai e pergunta aflito:

- O que é isso?

O pai sorri e fala:

- Meu filho preste atenção.

Então o pai grita em direção da montanha

- Eu admiro você!

A voz responde:

- Eu admiro você!

De novo o homem grita:

- Você é um campeão!

E a voz responde :

- Você é um campeão!

O menino fica espantado e não entende então o pai explica:

- As pessoas chamam de ECO, mas, na verdade, isso é vida. A vida lhe dá de volta tudo o que você diz, tudo o que você deseja de bem e mau aos outros. A vida lhe devolverá toda blasfêmia, inveja, incompreensão, falta de honestidade, que você desejou, praguejou as pessoas que lhe cercam.


Não esqueça o principal

Conta uma lenda que uma certa mulher pobre com uma criança no colo,passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá de dentro lhe dizia:

 ”Entre e apanhe tudo o que desejar, mas não se esqueça do principal…”

A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas.  Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental.

A voz misteriosa falou novamente:

“Você só tem oito minutos”

Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou…

Lembrou-se, então, que a criança ficara lá dentro fechada para sempre!

A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.

O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver neste mundo, e uma voz sempre nos adverte: “Não esqueça o principal!”

E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado.

Assim, esgotados o nosso tempo aqui, deixamos de lado o essencial:

“Os tesouros da alma!”

Que jamais nos esqueçamos de que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte chega inesperada.

E quando a porta dessa vida se fechar para nós,de nada valerão as lamentações.

Portanto, que jamais esqueçamos o principal!

A ilha dos sentimentos

Era uma vez uma ilha onde morava todos os sentimentos:

- A Alegria
- A Tristeza
- A Vaidade
- O Amor
- E outros

Um dia avisaram aos moradores da ilha, que ela ia ser inundada.

Apavorado, o Amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem.

Ele disse:

- Fujam, a ilha vai ser inundada.

Todos correram e pegaram seus barquinhos para irem até um morro bem alto.

Só o Amor não se apressou: ele queria ficar um pouco mais com sua ilha.

Quando estava quase se afogando, correu para pedir ajuda.

Veio a Riqueza e ele disse:

- Riqueza, me leva com você?

- Não posso, meu barco está cheio de prata e ouro, você não vai caber.

Passou então a Vaidade e ele pediu:

- Vaidade, me leva com você?

- Não posso, você vai sujar o meu barco novo.

Daí passou a Tristeza:

- Tristeza, me leva com você?

- Ah, Amor, eu estou tão triste que prefiro ir sozinha.

Passou a Alegria, mas estava tão alegre, que nem ouviu o Amor.

Já desesperado e achando que ia ficar só, o Amor começou a chorar.

Então passou um barquinho com um velhinho que disse:

- Suba, Amor, eu te levo.

O amor ficou tão feliz que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho.

Chegando ao morro alto, ele perguntou à Sabedoria:

- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe até aqui?

- O Tempo.

- E por que só o Tempo me trouxe até aqui?

- Por que só o Tempo é capaz de entender um grande Amor!

Finalmente a verdade é dita na TV americana

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e a apresentadora Jane Clayson perguntou a ela:

 - Como é que DEUS teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?

Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sábia. Ela disse:

 - Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.Sendo um cavalheiro como DEUS é eu creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênçao e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?

À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc.

Eu creio que tudo começou desde que Madeleine Morra Abre (que foi assassinada e seu corpo encontrado recentemente), se queixou de que era impróprio se fazer orações nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas… A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (O filho do Dr. Spock cometeu suicídio). E nós dissemos: “um perito nesse assunto deve saber o que está falando”, e então concordamos com ele.

 Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, bater, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la.

Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, “está bem”.

Depois alguns dos nossos oficiais eleitos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres.

Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

 Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. E nós também concordamos. Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, “está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso”.

A indústria de entretenimento então disse: “Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo explícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos”. E nós dissemos: “Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso”!

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…

Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Se uma menina escrevesse um bilhetinho para DEUS, dizendo: “Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola”? A resposta Dele seria: “Querida criança, não me deixam entrar nas escolas! –

Do Seu DEUS”.

É triste como as pessoas simplesmente culpam DEUS e não entendem por que o mundo está indo a passos largos para o inferno.

É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia nos diz.

É triste como todo o mundo quer ir para o céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.

É triste como alguém diz: “Eu creio em DEUS”, mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também “crê” em DEUS.

É engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados!

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas quando tentamos enviar algum e-mail a respeito de DEUS, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-lo a outros!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na Internet, mas uma discussão pública a respeito de DEUS é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

Engraçado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que DEUS pensa…

A convenção de Satanás

Satanás convocou uma convenção mundial. Em seu discurso de abertura disse ele a seus anjos perversos :

- Nós não conseguimos impedir que os cristãos orem. Nós não conseguimos impedir que leiam suas Bíblias e conheçam a verdade. Nós nem mesmo conseguimos impedi-los de tentar construir um intimo, obediente e experiente relacionamento com Cristo. Mas, se realmente eles conseguirem essa conexão com Jesus, nossa força sobre eles estará destruída. Assim, deixe-os orar, deixe-os ter seus estilos de vida; Mas roube seu tempo, assim não poderão ganhar esse relacionamento com Jesus. Isto é o que eu quero que façam, anjos. Distraia-os de conquistar a proteção de seu salvador e de manter essa conexão vital durante todo seu dia!

- Como faremos isto? – gritou um de seus perversos anjos

- Mantenha-os ocupados nas coisas não essenciais da vida e inventem inúmeros esquemas para ocupar suas mentes. Respondeu. E continuou:

- Tente-os para gastar, gastar, e gastar, e para pedir, pedir, pedir. Convença as esposas à ficarem horas trabalhando e aos maridos a ficarem no trabalho 6 ou 7 dias por semana, 10 a 12 horas por dia, para que assim tenham recursos para seus vazios estilos de vida. Evite que tenham tempo para passar com suas crianças. Suas famílias ficarão fragmentadas e, logo, seu lar não oferecerá nenhum refúgio às pressões do trabalho!

- Estimule suas mentes de modo que não possam mais ouvir aquela voz baixinha. Seduza-os para ouvir constantemente o rádio ou o cassete em suas casas. E veja que cada loja e restaurante no mundo toquem músicas do momento, constantemente. Isto atolará suas mentes e romperá essa união com Cristo.

- Encha a mesa do café com revistas e jornais. Martele suas mentes com notícias 24 horas por dia. Invada seus momentos ao volante com outdoors. Inunde suas caixas postais com catálogos, panfletos e todo tipo de boletins de propaganda e de revistas grátis oferecendo promoções, assim os maridos acreditarão que a beleza externa é que é importante, e ficarão descontentes com suas esposas.

- Ha! Isso destruirá estas famílias rapidamente!

- Até mesmo na recreação, deixe que seja excessiva. Tenha-os de retorno da recreação esgotados, inquietos e despreparados para a semana que inicia. Não os deixe ir à natureza refletir sobre as maravilhas de Deus. Mande-os aos parques de diversão, aos eventos esportivos, aos concertos e, preferivelmente, aos filmes.

- Mantenha-os ocupados, ocupados, ocupados. E quando se reunirem em encontros espirituais, envolva-os em bisbilhotices e conversas fúteis de modo que saiam com a consciência incomodada e a emoção alterada.

- Vá em frente! Deixe-os se envolver em salvar a alma. Mas aglomere suas vidas com muitas causas para que não tenham nenhum tempo para procurar a força de Cristo. Logo estarão trabalhando em sua própria lápide, sacrificando sua saúde e família para o bem da causa.

- VAI DAR CERTO! VAI FUNCIONAR!

E estava encerrada a convenção. E os perversos anjos foram ansiosamente executar suas atribuições, fazendo com que todos, em toda parte, ficassem ocupados, ocupados, ocupados e correndo apressados de lá pra cá e de cá pra lá.

E eu faço a pergunta: O diabo foi bem sucedido neste esquema em tua vida?

O que é o amor?

Numa sala de aula, haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: “o que é o amor?” •

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e ao voltarem, a professora disse:

Cada um mostre o que trouxe consigo. A primeira criança disse: eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda criança falou: eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

A terceira criança completou: eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho.

Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.

Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:

- Meu bem, por que você nada trouxe? E a criança timidamente respondeu:

- Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no “coração”.

O cavalo e o poço

Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda. Um dia, seu capataz trouxe-lhe a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado. O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se de que o animal não se machucara. Mas, pela dificuldade e pelo alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valeria a pena investir numa operação de resgate. Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz  que sacrificasse o animal, jogando terra no poço até enterrá-lo ali mesmo.

E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo. Mas, à medida que a terra caía-lhe  no dorso, o animal sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando-lhe ir subindo. Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair. Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito, e o cavalo viveu ainda muitos anos de servindo ao seu dono na fazenda.

Carta do além

Imagine se o diabo resolvesse escrever uma carta para alguém aqui da terra. Dessas pessoas folgadas,que não estão nem ai com Deus nem com a igreja. Creio que ela seria mais ou menos assim:

“Caro amigo”:

Saudações infernais!

Estou tão ansioso por nosso encontro final que resolvi escrever-lhe a fim de manifestar minha paixão por você. Você é tão perverso, orgulhoso, malvado e rancoroso! A característica que mais admiro em você é esse seu desprezo por Deus. Noto que você transgride todos os mandamentos da Bíblia.
Particularmente estou torcendo para que você adquira logo uma doença. Com sua vida promiscua, creio que isso não vai demorar.
Também torço pra que você se arrebente quando dirigir bêbado.Isto o traria logo pra os meus braços, numa união eterna.
Outro dia, quando se livrou daquele chato que, com a Bíblia na mão, insistia que você mudasse de vida, nós fizemos a maior festa.
Para encerrar, espero que você permaneça firme. Fuja da igreja.
Nunca ouça ou veja aqueles programas que falam do meu maior inimigo – Jesus.

Atenciosamente: Satanás

Esta carta, na verdade, é apenas uma peça de ficção científica, mas o seu conteúdo é verdadeiro, pois sabemos pela Palavra de Deus, a Bíblia, que mais fala do inferno que do céu, justamente para que as pessoas se conscientizem que ele existe, que é real. Um dos maiores pecados, dentre tantos mencionados na Bíblia é justamente se esquecer de Deus.

Se você não gostou do que está escrito nesta carta, gostará menos ainda de ir para o inferno e viver eternamente em tormento com satanás. Satanás é um mendigo e não tem nada a oferecer a ninguém, ele não é possuidor de nada Tudo que tem feito é com a permissão de Deus e a única coisa que ele tem realmente feito, é que as pessoas se iludam com este mundo e, se esqueçam que têm uma eternidade para viver ainda.

A lição da borboleta

Um dia uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou-se e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o resto do casulo. A borboleta então saiu facilmente.

Mas o seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo qeu iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida restejando com um corpo murcho e asas encolhidas. ela nunca foi capaz de voar.

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendeu, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura é o modo pelo qual Deus faz com que o fluído do corpo da borboleta vá para as suas asas, de forma que ela fique pronta para voar logo que esteja livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.

Se Deus nos permitisse passar através das nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iriamos ser tão fortes como poderiamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.

Eu pedi forças… e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte.
Eu pedi sabedoria… e Deus deu-me problemas para resolver.
Eu pedi prosperidade… e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem… e Deus deu-me obstáculos para superar.
Eu pedi amor… e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores… e Deus deu-me oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi… mas eu recebi tudo de que precisava.

Quem é mais forte?

Certo dia, a pedra disse:

“Eu sou forte!”

Ouvindo isso, o ferro disse:

“Eu sou mais forte que você! Quer ver?”

Então, os dois duelaram até que a pedra se tornasse pó.

O ferro, por sua vez, disse:

“Eu sou forte!”

Ouvindo isso, o fogo disse:

“Eu sou mais forte que você! Quer ver?”

Então os dois duelaram até que o ferro se derretesse.

O fogo, por sua vez, disse:

“Eu sou forte!”

Ouvindo isso, a água disse:

“Eu sou mais forte que você! Quer ver?”

Então, os dois duelaram até que o fogo se apagasse.

A água, por sua vez, disse:

“Eu sou forte!”

Ouvindo isso, a nuvem disse:

“Eu sou mais forte que você! Quer ver?”

Então, as duas duelaram até que a nuvem fez a água evaporar.

A nuvem, por sua vez, disse:

“Eu sou forte!”

Ouvindo isso, o vento disse:

“Eu sou mais forte que você! Quer ver?”

Então os dois duelaram até que o vento soprasse a nuvem e ela se desfizesse.

O vento, por sua vez, disse:

“Eu sou forte!”

Ouvindo isso, os montes disseram:

“Nós somos mais fortes que você! Quer ver?”

Então, os dois duelaram até que o vento ficasse preso dentre o círculo de montes.

Os montes, por sua vez, disseram:

“Nós somos fortes!”

Ouvindo isso, o homem disse:

“Eu sou mais forte que vocês! Querem ver?”

Então, o homem, dotado de grande inteligência, perfurou os montes, impedindo que eles prendessem o vento.

Acabando com o poder dos montes, o homem disse:

“Eu sou a criatura mais forte que existe!”

Até que veio a morte, e o homem que achava ser inteligente e forte suficiente, com um golpe apenas, acabou-se.

A morte ainda comemorava, quando, sem que ela esperasse, veio um HOMEM e, com apenas três dias de falecido, ressuscitou, vencendo a morte e todo poder foi Lhe dado no céu, na terra e debaixo da terra.

Vencendo a morte, ELE nos deu o direito a Vida Eterna, através do seu sangue, que liberta do pecado, cura as enfermidades e salva a alma do tormento eterno.

Esse homem é JESUS, o Filho de DEUS.

Felicidade

Um dia, Deus e os anjos se reuniram e decidiram criar um homem e uma mulher. Planejaram criá-los à sua imagem e semelhança. Então, um deles disse:

- Esperem! Se vamos criá-los à nossa imagem e semelhança, irão ter um corpo igual ao nosso, força e inteligência igual a nossa! Devemos pensar em algo que os diferencie de nós, senão estaríamos criando novos deuses. Devemos tirar-lhes algo, mas o que poderíamos tirar?

Depois de muito pensarem, chegaram à conclusão que deveriam tirar-lhes a FELICIDADE, mas o problema era onde escondê-la para que nunca a encontrasse. Então começaram a discutir…

- Vamos escondê-la na montanha mais alta da Terra!

- Não te recordas que demos força a eles? Alguém conseguirá subir até o topo desta montanha e saberão onde ela está.

- Então vamos escondê-la no fundo do mar!

- Também não seria um bom lugar, pois lhes demos inteligência e alguém certamente vai criar alguma máquina que os fará submergir e encontrá-la

- Quem sabe, possamos escondê-la em um planeta bem distante!

- Também não seria eficaz, pois lhes demos a curiosidade e a ambição portanto, irão querer ultrapassar limites e logo criarão algo para voar pelo espaço e certamente a encontrarão.

Depois de muito discutirem e não chegarem a nenhuma conclusão, o único anjo que não havia falado, pediu a palavra e disse:

- Creio que sei onde poderemos colocar a FELICIDADE em um lugar que eles nunca descobrirão!

Todos ficaram espantados e lhe perguntaram…

- Então nos diga, onde??

E ele respondeu:

- Colocaremos a FELICIDADE dentro deles, pois estarão tão preocupados buscando-a fora, que nunca a descobrirão. Todos ficaram de acordo e desde então tem sido assim:

Porta negra

Era uma vez um país das Mil e Uma Noites. Neste país, havia um Rei que era muito polêmico por causa de seus atos. Ele pegava os prisioneiros de guerra e levava para uma enorme sala. Os prisioneiros eram enfileirados no centro da sala e o Rei gritava, dizendo:

“Eu vou dar uma chance para vocês.

Olhem para o canto direito da sala.”.

Ao olharem, os prisioneiros viam alguns soldados armados de arco e flechas, prontos para ação.

“Agora, – continuava o Rei -, olhem para o canto esquerdo.”

Ao olharem, todos os presos notavam que havia uma horrível Porta Negra de aspecto dantesco.

Crânios humanos serviam como decoração e a maçaneta era a mão de um cadáver. Algo horripilante só de imaginar, quanto mais para ver.

O Rei se posicionava no centro da sala e gritava:

“- Agora escolham: o que vocês querem?

 Morrerem cravados de flechas ou abrirem rapidamente aquela Porta Negra e entrarem lá dentro enquanto tranco vocês?

Agora, decidam, vocês têm livre arbítrio, escolham…”

Todos os prisioneiros tinham o mesmo comportamento:

na hora da decisão, eles chegavam perto da horrível Porta Negra de mais de quatro metros de altura, olhavam para os desenhos de caveiras, sangue humano, esqueletos, aspecto infernal, coisas escritas do tipo:

“Viva a Morte”, etc., e decidiam:

“- Quero morrer flechado…”

Um a um, todos agiam assim: olhavam para a Porta Negra e para arqueiros da Morte e diziam para o Rei:

“- Prefiro ser atravessando por flechas a abrir essa Porta Negra a ser trancado lá dentro.”

Milhares optaram pelo que estavam vendo: a morte feia pelas flechas.

Mas um dia, a guerra acabou. Passado algum tempo, um daqueles soldados do “Pelotão da Flechada” estava varrendo a enorme sala quando eis que surge o Rei.

O soldado com toda reverência e meio sem jeito, perguntou:

“- Sabe, ó Grande Rei, eu sempre tive uma curiosidade, não se zangue com minha pergunta, mas …o que tem além daquela Porta Negra?”

O Rei respondeu: “- Lembra que eu dava aos prisioneiros duas escolhas?

Pois bem, vá e abra a Porta Negra.”

O soldado, trêmulo, virou cautelosamente a maçaneta e sentiu um raio puro de sol beijar o chão feio da enorme sala.

Abriu mais um pouquinho a porta e mais luz e um gostoso cheiro de verde inundaram o local.

O soldado notou que a Porta Negra abria para um caminho que apontava para uma grande estrada.

Foi aí que o soldado foi perceber: A Porta Negra dava para a Liberdade.

Nunca mais

Nunca mais direi eu não posso, pois tudo posso naquele que me fortalece. (Fp.4:13)

Nunca mais direi eu não tenho, pois o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada um das minhas necessidades. (Fp 4:19)

Nunca mais direi que tenho medo, porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação. (2Tm 1:7)

Nunca mais direi que tenho dúvidas ou falta de fé, porque eu tenho a medida da fé que Deus repartiu a cada um. (Rm 12:3)

Nunca mais direi que sou fraco, porque o Senhor é a fortaleza da minha vida. (Sal. 27:1) e o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e altivo. (Dn 11:32)

Nunca mais direi que satanás tem supremacia em minha vida, porque maior é aquele que está mim do que aquele que está no mundo. (I Jo 4:4)

Nunca mais direi que estou derrotado, porque Deus em Cristo sempre me conduz em triunfo. (2 Co 2:14)

Nunca mais direi que não tenho sabedoria, pois Cristo Jesus… se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria. (I Co 1:30)

Nunca mais direi que estou doente, pois pelas suas pisaduras fui sarado (Is 53:5) e Jesus mesmo tomou as minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças. (Mt 8:17)

Nunca mais direi que estou preocupado e frustrado, pois estou lançado sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim. (I Pe 5:7). Em Cristo estou livre de cuidados!

Nunca mais direi que estou preso, pois onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade. (2 Co 3:17) Meu corpo é o templo do Espírito Santo!

Nunca mais direi que estou condenado, pois já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. (Rm 8:1)

Estou em Cristo, portanto estou livre de condenação

Quem é Jesus pra você?

Para o cego, Jesus é luz.
Para o faminto, Jesus é o pão.
Para o sedento, Jesus é a fonte.
Para o morto, Jesus é a vida.
Para o enfermo, Jesus é a cura.
Para o prisioneiro, Jesus é a liberdade.
Para o solitário, Jesus é o companheiro.
Para o mentiroso, Jesus é a Verdade.
Para o viajante, Jesus é o caminho.
Para o visitante, Jesus é a porta.
Para o sábio, Jesus é a sabedoria.
Para a medicina, Jesus é o médico dos médicos.
Para o réu, Jesus é o advogado.
Para o advogado, Jesus é o Juiz.
Para o Juiz, Jesus é a justiça.
Para o cansado, Jesus é o alívio.
Para o medroso, Jesus é a coragem.
Para o agricultor, Jesus é a árvore que dá fruto.
Para o pedreiro , Jesus é a pedra principal.
Para o jardineiro, Jesus é a rosa de Sharon.
Para o floricultor Jesus é o lírio dos vales.
Para o tristonho , Jesus é a alegria.
Para o leitor, Jesus é a palavra.
Para o pobre, Jesus é o tesouro.
Para o devedor, Jesus é o perdão.
Para o aluno, Jesus é o MESTRE.
Para o professor, Jesus é o mestre.
Para o fraco, Jesus é a força.
Para o forte, Jesus é o vigor.
Para o inquilino, Jesus é a morada.
Para o incrédulo, Jesus é a prova.
Para o fugitivo, Jesus é o esconderijo.
Para o obstinado, Jesus é o conselheiro.
Para o navegante, Jesus é o capitão.
Para a ovelha, Jesus é o bom pastor.
Para o problemático, Jesus é a solução.
Para o holocausto, Jesus é o cordeiro.
Para o sábado, Jesus é o Senhor.
Para o astrônomo, Jesus é a estrela da manhã.
Para os magos, Jesus é a estrela do oriente.
Para o mundo, Jesus é o salvador.
Para Judas, Jesus é inocente.
Para os demônios, Jesus é o Todo-Poderoso.
Para o tempo, Jesus é o relógio de Deus.
Para o relógio, Jesus é a última hora.
Para Israel, Jesus é o Messias.
Para as nações, Jesus é o desejado.
Para a Igreja, Jesus é o noivo amado.
Para o vencedor, Jesus é a coroa.
Para a gramática, Jesus é o verbo.
E PRA VOCÊ?
“JESUS É O VERDADEIRO AMIGO!!!!!”

6 meses de vida

Imagine-se indo a um hospital pegar o resultado de um exame. Agora se imagine entrando no hospital, lá você se encontra com seu médico, que lhe chama para conversar em um lugar mais reservado, e depois de muitas explicações ele lhe diz: Sinto muito em lhe informar, mas você tem apenas seis meses de vida. O que você faria? Como você viveria esses próximos 6 meses?

Não responda ainda, deixe-me lhe contar a história de Jerry Greenfield.

Jerry era um bem sucedido operador da bolsa de valores de NY, seu sucesso era evidente, ele tinha uma boa casa, um carro do ano, almoçava em bons restaurantes e sempre que podia ia a New Jersey jogar golfe com os amigos.

Dois meses antes de seu aniversário Jerry foi surpreendido pelo seu médico ao ir buscar o resultado de um exame, que havia feito devido a algumas náuseas e dores de cabeça. Jerry soube que tinha câncer no cérebro (medulloblastoma) e que lhe restavam apenas mais seis meses de vida.

Jerry saiu do hospital sem compreender o que acabará de ouvir, foi para casa, ligou para outro médico e marcou mais uma série de exames que confirmaram o diagnóstico recebido anteriormente. Abatido e sem aparente possibilidade de mudar esse quadro, ele começou a pensar em sua vida e concluiu que não era uma pessoa feliz. Pensou em seu emprego na bolsa de valores e se lembrou que seu sonho nunca foi trabalhar como operador da bolsa, desde pequeno Jerry sempre quis ser músico, porém devido à possibilidade de ser bem sucedido na bolsa de NY, Jerry trancou a carreira de músico no baú, junto com seu violão, sua paixão pelo basquete, a namorada do colégio, os finais de semana que poderia ter passado com seus pais, os sorvetes que gostaria de ter tomado, os passeios de bicicleta e os sonhos esquecidos.

Numa atitude energética Jerry largou seu emprego na bolsa, cancelou sua matrícula no clube de golfe, vendeu seu carro importado, e foi a uma loja de instrumentos musicais comprar um violão. Na saída decidiu comprar uma passagem para visitar seus pais no Texas.

Nessa visita, Jerry encontrou seu amigo de infância Billy Newton, que agora havia se tornado pastor da igreja local. Através desse seu amigo, Jerry conheceu Jesus e aceitou Seu amor sem fim. Jerry também conheceu Raquel, que três meses mais tarde viria a ser sua esposa.

Mesmo sem o emprego na Bolsa de NY, Jerry conseguiu viver muito bem com os rendimentos de sua nova carreira de músico, não tinha mais aquele luxuoso carro importado, mas tinha mais que o suficiente para sustentar sua mulher Raquel e suas duas filhas, Hanna e Amanda. Nas tardes de sábado Jerry era técnico da equipe de basquete juvenil de sua igreja, e todos os dias ele era um pai amoroso, um marido atencioso e uma pessoa dedicada a Deus.

Sete anos após o médico ter dito que ele tinha apenas mais seis meses de vida Jerry veio a falecer. Em sua última noite em sua casa no Texas, cercado pela sua família e amigos, sua mulher lhe perguntou se ele queria comer algo especial, Jerry respondeu que não, pois ele já tinha um compromisso marcado para aquela noite, Jerry disse que aquela era a noite mais feliz de sua vida, pois naquela noite ele iria jantar com Jesus Cristo.

Quando entendemos que esta não é nossa casa e que aqui não é nosso lugar, buscamos viver por aquilo que acreditamos, e não somente por aquilo que queremos. Perdoe aqueles que o magoaram e busque o perdão daqueles que você magoou, ame, faça uma diferença positiva nesse mundo e na vida das pessoas que o cercam, busque cada dia mais a Deus e não a você mesmo, viva de acordo com a vontade do Pai, viva como se lhe restassem apenas… seis meses de vida.

Questão científica

Um professor desafiou seus alunos com esta pergunta:

“Deus fez tudo que existe?”

Um estudante respondeu corajosamente: “Sim, fez!”

“Deus fez tudo, mesmo?”

“Sim, professor”, respondeu o jovem.

O professor replicou: “Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal”.

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.

Outro estudante levantou sua mão e disse: “Posso lhe fazer uma pergunta, professor?”

“Sem dúvida”, respondeu-lhe o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: “Professor, o frio existe?”

“Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?”

O rapaz respondeu: “Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo a Física, o que consideramos frio é, na realidade, a ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia”.

“O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, quando todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor”.

“E a escuridão, existe?” continuou o estudante.

O professor respondeu: “Mas é claro que sim”.

O estudante respondeu: “Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente”.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor: “Diga, professor, o mal existe?”

Ele respondeu: “Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal”.

Então o estudante respondeu: “O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal”.

“Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações e mentes. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.”

3 conselhos

Dois jovens recém-casados, eram muito pobres e viviam de favor num sítio no interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta a esposa:

"Querida, eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego, e trabalhar até Ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável.Não sei quanto tempo eu vou ficar longe, só peço uma coisa: Que você me espere, e enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você."

Assim sendo, o jovem saiu, andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.

O pacto foi o seguinte: Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber meu salário. Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora. No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.

Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou durante 20 anos, sem férias e sem descanso.

Depois de 20 anos ele chegou para o patrão e disse:

“Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para minha casa. O patrão então lhe respondeu.

Tudo bem, afinal fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes, quero lhe fazer uma proposta, tudo bem ? Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou lhe dou 3 conselhos e não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me de a resposta.”

Ele pensou durante 2 dias, procurou o patrão e disse-lhe:

” Quero os três conselhos.”

O patrão novamente frisou:

” Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.”

E o empregado respondeu:

” Quero os conselhos.”

O patrão então lhe Falou:

1º Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida;
2º Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade para mal pode ser fatal;
3º Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.

Após dar os conselhos o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:

“Aqui você tem três pães, dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar em sua casa.”

O homem então seguiu seu caminho de volta, depois de 20 anos longe de casa e da esposa que tanto amava. Após o 1º dia de viagem encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:

Pra onde você vai ?

Ele respondeu:

Vou para um lugar muito longe que fica a mais de 20 dias de caminhada pôr esta estrada.

O andarilho disse-lhe então:

Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é ‘dez’ e você chega em poucos dias.

O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do 1º conselho, então voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada. Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão a beira da estrada, onde pode hospedar-se.

Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada, acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se, de um salto só e dirigiu-se a porta para ir até o local do grito. Quando esta abrindo a porta lembrou-se do 2º conselho.

Voltou, deitou-se e dormiu, Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido.

O hospedeiro disse:

E você não ficou curioso ? Ele disse que não.

O hospedeiro respondeu:

Você é o primeiro hospede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hospede sai, mata-o e enterra-o no quintal.

O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso pôr chegar a sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada…..Já no entardecer, viu entre as arvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre os braços um homem, que a estava acariciando os cabelos. Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e matá-lo sem piedade.

Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do 3º conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.

Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:

” Não vou matar minha esposa e nem seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela.”

Dirigiu-se a porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos, lhe diz:

” Eu fui fiel a você e você me traiu.” Ela espantada responde:

” Como ? Eu nunca te traí, te espero durante esses 20 anos.”

Ele então lhe perguntou:

” E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer ? ” Ela lhe disse:

” Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora descobri que estava grávida. Hoje ele está com 20 anos de idade.

Então o marido entrou, conheceu, abraçou seu filho e coutou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para toma-lo e comer juntos o último pão. Após a doação de agradecimento, com lágrimas de emoção , ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pacto pôr seus 20 anos de dedicação.

Muitas vezes achamos que o atalho “queima etapas” e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade….
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber da coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará….
Outras vezes agimos pôr impulso, na hora da raiva e fatalmente nos arrependemos depois….

Espero que você, assim como eu, não esqueça desses 3 conselhos, e não esqueça também de confiar, mesmo que a vida muitas vezes já tenha lhe dado motivos para a desconfiança.

Um pedaço de bolo

Às vezes nos perguntamos: “O que eu fiz pra merecer isso?”, ou “Por que Deus tinha que fazer isso justo comigo?”. Aqui vai uma belíssima explicação.

A filha dizia a sua Mãe como tudo ia errado. Ela não se saiu bem na prova de Matemática, o namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.

Enquanto isso, sua Mãe preparava um bolo e perguntou se a filha gostaria de um pedaço, e ela disse:

- É claro mãe, eu adoro os seus bolos.

- Toma, um pouco de óleo de cozinha.

- Credo!

- Que tal então comer uns ovos crus?

- Que nojo, Mãe!

- Quer então um pouquinho de farinha de trigo ou bicarbonato de sódio?

- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:

- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa, elas fazem um bolo delicioso! Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabe que quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem. A gente só precisa confiar Nele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico!

Raízes profundas

Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo ‘hobby’ era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.

Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, descreveu-me sua fantástica teoria. Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo. Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. Disse-me ainda, que freqüentemente dava uma ”palmadinha” nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho. Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.

Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente aquela ventania toda.

Que efeito curioso! Pensei eu. As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que com o conforto, com o tratamento mais fácil, jamais conseguiriam.

Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Freqüentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis: ‘Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo’.

Tenho pensado, entretanto, que é hora de mudar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos. Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade ocorrendo em algum lugar. Portanto, pretendo mudar minhas orações.

Farei isso porque, quer queiramos, ou não, a vida não é muito fácil. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

De Deus não se zomba

Na Bíblia está escrito (Gálatas 6:7): “Não vos enganeis, de Deus não se zomba, pois tudo o que o homem semear, isto também ceifará”.

Eis alguns homens:

JOHN LENNON: Alguns anos depois de dar uma entrevista a uma revista americana, disse: “O cristianismo vai se acabar, vai se encolher, desaparecer. Eu não preciso discutir sobre isso. Eu estou certo. Jesus era legal, mas suas disciplinas são muito simples. Hoje, nós somos mais populares que Jesus Cristo.(1966)” Lennon, depois de ter dito que os Beatles estavam mais Famosos que Jesus Cristo, recebeu cinco tiros de seu próprio fã;

TANCREDO NEVES: Na ocasião da campanha presidencial, disse que se tivesse 500 votos do seu partido (PDS), nem Deus o tiraria da presidência da república. Os votos ele conseguiu, mas o trono lhe foi tirado um dia antes de tomar posse.

BRIZOLA: No ano de 1990, quando houve uma outra campanha presidencial, disse que aceitava até o apoio do demônio para se tornar presidente. A campanha, quando acabou, apontou Collor como presidente e não mostrou Brizola nem em segundo lugar.

CAZUZA: Em um show no Canecão ( Rio de Janeiro ), deu um trago em um cigarro de maconha, soltou a fumaça para cima e disse: Deus essa é para você! Nem precisa falar em qual situação morreu esse homem.

O CONSTRUTOR DO NAVIO TITANIC: Na ocasião em que foi construído, apontaram-no como o maior navio de passageiros da época. No dia de entrar em alto- mar, uma repórter fez a seguinte pergunta para o construtor:” O que o senhor tem a dizer para a imprensa concernente a segurança do seu navio?” O homem, com um tom irônico, disse: “Minha filha, nem se Deus quiser ele tomba o meu navio”. O resultado foi o maior naufrágio de um navio de passageiros no mundo.

MARILYN MONROE: Foi visitada por Billy Graham durante a apresentação de um show. Ele, um pregador do Evangelho, na época havia sido mandado pelo Espírito Santo àquele lugar, para pregar a Marilyn. Porém ela, depois de ouvir a mensagem do Evangelho, disse: “Não preciso do seu Jesus.” Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.

BON SCOTE: Ex-vocalista do conjunto AC/DC. Cantava no ano de 1979 uma música com a seguinte frase: “Don´t stop me, I´m going down all the way, wow the highway to hell” (Não me impeça… Vou seguir o caminho até o fim, na auto-estrada para o inferno). No dia 19 de fevereiro de 1980, Bom Scote foi encontrado morto, asfixiado pelo próprio vômito.

Muitos outros homens importantes também se esqueceram que a nenhum outro nome foi dada tanta autoridade como a que há no nome de J E S U S.

Não esqueça disso: Muitos morreram, mas somente um ressuscitou: JESUS CRISTO!

O valor da pontuação

Um homem rico, sentindo-se morrer, pediu papel e pena, e escreveu assim: “Deixo os meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres”. Não teve tempo de pontuar – e morreu.

A quem ele deixava a fortuna que tinha? Eram quatro os concorrentes.

Chegou o sobrinho e fez estas pontuações numa cópia do bilhete: “Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate! Nada aos pobres!”

A irmã do morto chegou em seguida, com outra cópia do escrito; e pontuou-a deste modo: “Deixo os meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho! Jamais será paga a conta do alfaiate! Nada aos pobres!”

Surgiu o alfaiate que, pedindo a cópia do original, fez estas pontuações: “Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres!”.

O juiz estudava o caso, quando chegaram os pobres da cidade. Um deles, mais sabido, tomando outra cópia, pontuou-a assim: “Deixo os meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.”

Assim é a vida, nós é que colocamos os pontos e isto faz a diferença.

Lobos internos

Um velho avô disse ao neto, que veio a ele com raiva de um amigo que lhe havia feito uma injustiça:

- Deixe-me contar uma história. Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio por aqueles que aprontraram tanto comigo, sem qualquer arrependimento. Todavia, o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo. É o mesmo que tomar veneno, desejando que seu inimigo morra. Lutei muitas vezes contra estes sentimentos.

O avô continuou:

- É como se existissem dois lobos dentro de mim. Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao seu redor e não se ofende quando não se teve intenção de ofender. Ele só lutará quando for certo fazer isto, e da maneira correta. Mas o outro lobo, ah! Este é cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira! Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo. Ele não pode pensar, porque sua raiva e seu ódio são muito grandes. É uma raiva inútil, pois ela não irá mudar coisa alguma.

E concluiu:

- Algumas vezes é difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito.

O garoto olhou intensamente nos olhos do avô e perguntou:

- Qual deles vence, vovô?

O avô sorriu e respondeu baixinho:

- Aquele que eu alimento mais!  

O caminho

A vida é feita de caminhos…
…caminhos que levam
caminhos que trazem
sonhos,
alegrias,
tristezas,
amores, esperanças…
De qualquer forma, nada vem ou vai sem caminho.
O caminho é parte integrante de nossas vidas.
Desde antes da concepção
Já buscávamos percorrer caminhos.
Nossos primeiros passos foram treinados…
E aperfeiçoados para conquistar caminhos.
Uns fazem bom proveito do caminho
…Outros se perdem pelo caminho.
Uns tiveram tudo para caminhar…
Outros muita dificuldade para chegar.
Um dia deixaremos de ser parte do caminho
E chegaremos ao ponto final.
Certamente fomos feitos
para abrir caminhos,
romper barreiras,
ultrapassar limites e vencer.
Deus, na sua infinita misericórdia,
não nos abandonaria num deserto de incertezas.
Não nos deixaria à beira do caminho,
condenando-nos a um fim sem propósitos.
Ele nos preparou um caminho
que nos levará de volta para casa…
“Eu sou o caminho, a verdade e vida,
ninguém vem ao Pai, senão por mim.”
(Jesus – João cap. 14 verso 6)
O autor desta frase, é o autor da Vida…
É o Alfa e o Omega.
O Princípio e o Fim.
O único caminho que tem o poder para mudar
O rumo da nossa história.
É fonte de Vida para os que Nele confiam.
Siga os passos daquele
que pode te conduzir para um caminho de paz…
O autor da Vida.
Jesus Cristo

O anel

Um aluno chegou a seu professor com um problema:

-Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou:

- Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.

- C…Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.

O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:

- Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

- 58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente…

O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou disse:

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. Só pode ser avaliada por um especialista. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.  

Sobre as prioridades da vida

Um professor de Ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos.

Pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro.

Então perguntou a classe: – Está cheio? Unanimemente responderam:

- Sim! O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes.

Então perguntou aos alunos:

- E agora, está cheio?

Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:

- Sim!

O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso.

A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou:

- Então, está cheio?

Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:

- Sim! O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso.
A água saturou a areia.

Neste ponto, o professor perguntou para a classe:

- Qual o objetivo desta demonstração? Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:

 Não importa quanto a ´agenda´ da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá ´espremer´ dentro mais coisas!

- Não, respondeu o professor, o ponto é o seguinte: A menos que você coloque as pedras em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro.

As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: seu relacionamento com Deus, sua família, seus amigos, seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

Vislumbres de um criador

O elefante é o único animal cujas pernas dianteiras se dobram para a frente.

Por que? Porque, de outra forma, seria difícil para esse animal levantar-se, por causa do seu peso.

Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras?

Quem orienta esses animais para que ajam dessa maneira?

Quem teria o poder de colocar um punhado de argila no coração da terra e, através da ação do fogo transformá-la em formosa ametista de alto valor?

Quem colocaria certa quantidade de carvão nas entranhas do solo e, mediante a combinação do fogo e a pressão dos montes e das rochas, transformar esse carvão em resplandecente diamante, que vai fulgurar na coroa dos reis ou no diadema dos poderosos?

Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias?

Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias?

Quem regula a natureza, sem jamais cometer engano, determinando que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na calma como na tormenta?

Muitas coisas acontecem na natureza sem que tenhamos um mínimo de sensibilidade para perceber. Exemplos:

A melancia tem número par de franjas.
A laranja possui número par de gomos.
A espiga de milho tem número par de fileiras de grãos.
O cacho de bananas tem, na última fila, número par de bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira tem número par, a seguinte terá número ímpar.

A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par, e é admirável que Jesus, ao se referir aos grãos, tenha mencionado exatamente números pares: 30, 60 e 100. (Marcos 4:8).

Outro mistério que a ciência ainda não descobriu: enormes árvores, pesando milhares de quilos, apoiadas em apenas poucos centímetros de raízes.

Ninguém até agora conseguiu descobrir esse princípio de sustentação a fim de aplicá-lo na construção de edifícios e pontes.

Mas há maravilha ainda maior!

O oxigênio e o hidrogênio, ambos sem cheiro, sem sabor e sem cor, combinados com o carvão, que é insolúvel, negro e sem gosto, resulta no alvo e doce açúcar.

Esses são apenas alguns vislumbres de um Deus sábio e amoroso.

Esse mesmo Deus que realiza tais maravilhas no mundo que Ele criou, pode também efetuar em nós um milagre ainda muito maior.

Ele pode dar-nos um novo nascimento, fazendo novas todas as coisas. (João 3:3:2 – Corintios 5:17).

Ele pode tomar nossa vida triste, inútil e insípida e torná-la alegre, útil e plena de significado para a glória Dele.

Portanto, não se desespere. Não importa quão grave seja a sua condição física, moral ou espiritual. O Senhor Jesus, que “ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre” (Hebreus 13:8), só Ele tem a última palavra. Você pode experimentar um milagre!

Tão somente creia Nele, receba-O como seu único Senhor e Salvador, e coloque a sua vida nas mãos d'Ele.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).

Atirando vacas no precipício

Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou, ao longe, um sítio de aparência pobre, e resolveu fazer uma breve visita.

Durante o percurso ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas, e as oportunidades de aprendizado que temos também, com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira tosca, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então se aproximou do pai de família e perguntou:

- Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?

O pai, calmamente, respondeu:

- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha, por mantimentos, e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada, para nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo.

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, conversou com seu fiel discípulo e ordenou:

- Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício, ali na frente, e a empurre, jogue-a lá embaixo.

O jovem arregalou os olhos, espantado, e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas diante do absoluto silêncio do seu mestre, foi cumprir a ordem. Empurrou a vaquinha morro abaixo, e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, e um dia ele resolveu voltar àquele lugar, e contar tudo àquela família. Pediria perdão e os ajudaria, de alguma forma.

Quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo, e ao chegar, foi recebido por um caseiro muito simpático. Ele perguntou sobre a família que ali morava há uns oito anos, e o caseiro respondeu:

- Continuam morando aqui.

Espantado, ele entrou na casa. E viu que era mesmo a família que visitara antes, com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono da vaquinha:
- Como o senhor melhorou este sítio e está muito bem de vida?

O pai, entusiasmado, respondeu:

- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante tivemos que fazer outras coisas, e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.

Todos nós temos uma vaquinha. Descubra qual é a sua.

5% ou 95% ?

Tínhamos uma aula de fisiologia na escola de medicina, logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos viajou, aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.

Um experimentado professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula. Acham que minha turma correspondeu? Que nada! Com um certo constrangimento o professor, educadamente, tornou a pedir silêncio. Não adiantou. Ignoramos completamente a solicitação e continuamos firmes na conversa.

Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei. Vejamos o que disse:

“Prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez!”, disse, levantando a voz. Um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou…

 “Desde que comecei a lecionar, isso já há muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% só servem para fazer volume; são apenas espectadores e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que essa porcentagem vale genéricamente. Se vocês prestarem atenção notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos ir mais além: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais”. nesta sala e colocaria os demais para fora; então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula”

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante o semestre; afinal, quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto?

Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci.

Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.

Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais no que fazemos, se não tentarmos ser o melhor possível em qualquer situação, seguramente sobraremos na turma do resto.

Como capturar porcos selvagens?

Você sabe como capturar porcos selvagens?

Havia um professor de química em um grande colégio com alunos de intercâmbio em sua turma. Um dia, enquanto a turma estava no laboratório, o professor notou um jovem do intercâmbio que continuamente coçava as costas e se esticava como se elas doessem.

O professor perguntou ao jovem qual era o problema.

O aluno respondeu que tinha uma bala alojada nas costas pois tinha sido alvejado enquanto lutava contra os comunistas de seu país nativo que estavam tentando derrubar seu governo e instalar um novo regime, um “outro mundo possível”.

No meio da sua história ele olhou para o professor e fez uma estranha pergunta: “O senhor sabe como se capturam porcos selvagens?”

O professor achou que se tratava de uma piada e esperava uma resposta engraçada. O jovem disse que não era piada.

“Você captura porcos selvagens encontrando um lugar adequado na floresta e colocando algum milho no chão. Os porcos vêm todos os dias comer o milho gratuito. Quando eles se acostumam a vir todos os dias, você coloca uma cerca mas só em um lado do lugar em que eles se acostumaram a vir. Quando eles se acostumam com a cerca, eles voltam a comer o milho e você coloca um outro lado da cerca. Mais uma vez eles se acostumam e voltam a comer. Você continua desse jeito até colocar os quatro lados da cerca em volta deles com uma porta no último lado.

Os porcos que já se acostumaram ao milho fácil e às cercas, começam a vir sozinhos pela entrada. Você então fecha a porteira e captura o grupo todo.” “Assim, em um segundo, os porcos perdem sua liberdade.

Eles ficam correndo e dando voltas dentro da cerca, mas já foram pegos. Logo, voltam a comer o milho fácil e gratuito. Eles ficaram tão acostumados a ele que esqueceram como caçar na floresta por si próprios, e por isso aceitam a servidão.”

O jovem então disse ao professor que era exatamente isso que ele via acontecer neste país. O governo ficava empurrando-os para o comunismo e o socialismo e espalhando o milho gratuito na forma de programas de auxílio de renda, bolsas isso e aquilo, impostos variados, estatutos de “proteção”, cotas para estes e aqueles, subsídio para todo tipo de coisa, pagamentos para não plantar, programas de “bem-estar social”, medicina e medicamentos “gratuitos”, sempre e sempre novas leis, etc, tudo ao custo da perda contínua das liberdades, migalha a migalha.

Devemos sempre lembrar que “Não existe esse negócio de almoço grátis” e também que “não é possível alguém prestar um serviço mais barato do que seria se você mesmo o fizesse”.

Finalmente, se você percebe que toda essa maravilhosa “ajuda” governamental é um problema que se opõe ao futuro da democracia em nosso país, você vai mandar esta mensagem para seus amigos.

Mas se você acha que políticos e ongueiros pedem mais poder para as classes deles tirarem liberdades e dinheiro dos outros para beneficiar *você* ou “os pobres” então você provavelmente vai deletar este email, mas que Deus o ajude quando trancarem a porteira!

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